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Como seria uma conversa entre Paulo e Jonas sobre suas conversões

  • 17 de nov. de 2015
  • 2 min de leitura




A história abaixo é fictícia. Que fique claro que é apenas uma reflexão sobre o que ambos pregaram e também sobre o que ambos viveram pautado nas Escrituras. Não é nada que possamos afirmar, é somente um texto para descontrair e refletir.

É válido lembrar que Jonas e Paulo viveram em épocas diferentes, portanto, use a imaginação e tente pensar em como seria esta conversa.


Jonas: Fala, Paulo, meu irmão. Como estão as coisas? Soube por aí que tem uma galera pregando sobre um tal de livre-arbítrio. O que é isto?


Paulo: Então, Jonas, meu irmão. Tudo na paz do nosso Senhor Jesus Cristo. Essa história de livre-arbítrio tem sido muito falada mesmo, mas não lembro do Espírito Santo ter me levado a escrever nada sobre isso. Certa vez, alguns irmãos vieram me questionar sobre isso e eu ensinei claramente: "não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece" (Romanos 9.16), mas parece que o povo não aprendeu e continuou pregando sobre isso.


Jonas: Então deixa eu ver se entendi: livre-arbítrio é esse negócio que eu escolho ser salvo, conforme a minha vontade e tudo mais? Porque se for isso, preciso saber. Eu jamais ousaria dizer que eu escolhi ser salvo. Por isso que, após eu ter orado e o grande peixe ter me jogado para fora de si, eu declarei: "Ao Senhor pertence a salvação" (Jonas 2.9). Ou seja, onde está meu livre-arbítrio? Se eu o tivesse, eu iria usá-lo para deixar de o ter.


Paulo: Verdade, irmão Jonas. Falando sobre isso, me lembro de quando caminhava tranquilamente para Damasco e uma luz forte me cegou; era a graça de Deus que estava, irresistivelmente me salvando. No exato momento eu fiquei sem reação, e em seguida, já regenerado, o Senhor me deu uma missão. Faço das suas palavras, as minhas: "Se eu o tivesse (o livre-arbítrio), eu iria usá-lo para deixar de o ter.


Jonas: É, Paulo, mas precisamos reconhecer que esse tal de livre-arbítrio é uma bênção mesmo. Afinal, fomos salvos por Ele. Imagine se Deus não usa Seu livre-arbítrio para nos salvar?


Paulo: Ora, é simples. Nós nunca iríamos a Ele, pois estávamos mortos em nossos pecados (Efésios 2.1).


Jonas: Verdade. Declaramos juntos então, Paulo: Ao Senhor pertence a salvação.


Paulo: Amém. A Ele toda glória!


Ao analisar o que ambos viveram e pregaram, podemos afirmar que foram homens de Deus, usados por Ele, portanto, seus escritos, por serem a própria Bíblia, não se contradizem, apenas se confirmam.


 
 
 

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